Um salão de bairro, seis anos de clientela.
Cláudia faz cabelo e unha na Zona Sul. É MEI, atende de terça a sábado com uma assistente, e vive de agendamento — corte, escova, coloração, manicure. O dinheiro entra em Pix, cartão e dinheiro, o produto acaba sem avisar, e um horário furado é dinheiro que não volta.
Ela domina a tesoura. O que ninguém ensinou foi a enxergar o próprio salão como negócio.