Um carrinho, uma praça, uma família.
Seu Zé vende pipoca doce e salgada na orla da Lagoa da Pampulha e na Praça Sete, em Belo Horizonte. É MEI, trabalha de quarta a domingo, e faz dezenas de vendas de R$ 8 por dia. O dinheiro entra em moeda e em Pix, o gás acaba de surpresa, e a chuva pode acabar com o dia.
Ele sabe fazer pipoca. O que ninguém ensinou foi a enxergar o próprio negócio.